terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O nosso "dia D"

Juvenália de Oliveira Fotografia
Hoje voltamos à consulta de Neurocirurgia no Hospital Lusíadas e à esperança de sairmos livres do capacete.
Mais logo, conto novidades!

[obrigada pelo apoio nestes meses!]

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Revelação...


Esta fotografia mostra a tatuagem que escondi durante 1 ano e que só revelei, já muito grávida do Vicente. E também mostra o meu cabelo de verdade...um cabelo que eu própria desconheço.
Esta fotografia tem um nome: revelação.

[se quiseres seguir este meu desafio todos os dias, se tiveres vontade de assumir os teus "cabelos prata", ou se simplesmente te apetecer saber mais sobre este assunto, adere ao grupo de facebook, Mulheres de Prata!]

O papá chegou...


[boa semana para todos!]

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Já se viram no futuro, através de uma foto?


Esta fotografia a preto e branco é um vislumbre do que poderá vir a ser a minha imagem daqui a uns tempos, de cabelo grisalho. E também mostra, de perto, os pés de galinha à volta dos olhos, a provar que nestes 42 anos de vida me tenho rido a valer.
Dizer-vos que gosto do que vejo e que gosto muito do que imagino que venha a ser o futuro próximo. E assegurar-vos que, independentemente do tempo a passar, das preocupações e dos muitos sonos em atraso, os poros reagem sempre à felicidade.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Lá vem a lamechice!


São só quatro dias e blá-blá-blá, mas fazes-me uma falta do caraças.

[estamos todos à tua espera]

O preconceito e o medo num único comentário...

Lembram-se deste post? 
Mereceu o seguinte comentário anónimo:

"Tudo muito bonito, mas vai acabar por pintar o cabelo novamente. Sabe quando? Quando começar a ir às reuniões da escola do seu filho mais novo, vai ser confrontada com as outras mães, aquelas todas giras e louras e novíssimas. E o seu filho vai ter vergonha de si porque a Marta vai parecer mais avó do que mãe. E vai pedir-lhe para pintar o cabelo. E a Marta, pinta. (Não falo por experiência própria porque, para mim, brancos nem vê-los. Mas já vi este filme com amigas minhas , pelo menos 3 vezes)" 



[claramente escrito por uma leitora muito zangada com as mulheres "giras, louras e novíssimas" que pairam à sua volta. E por alguém com medo do que o tempo faz ao corpo, quando sobra pouco do resto]

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Pós-Graduação em Mediação Familiar [nunca é tarde para cumprir sonhos!]


Há muitos anos que gostava de fazer formação em Mediação Familiar. Antes dos meus pais se separarem e muito antes de eu própria me separar. Numa outra vida.
As questões relacionadas com as dinâmicas familiares apaixonam-me desde sempre, e sou interessada por tudo o que se relaciona com a gestão de conflitos, talvez porque não gosto deles e tenha tido a necessidade de arranjar estratégias ao longo da vida, e a duras penas, para lidar com os que me foram aparecendo.
A vida foi correndo a um ritmo acelerado, casei, tive três filhos, fui feliz, menos feliz e separei-me, enfim...tudo correu o seu curso e fui deixando este sonho para trás. Entretanto, voltei a apaixonar-me, voltei a casar e voltei a ser mãe, e quis o destino  (por causa deste blogue e deste tema que me é tão caro!), cruzar-me com a Ana Varão, timoneira da Red Apple e uma das formadoras desta Pós-Graduação, e trazer-me de volta ao sonho. 
Pós-Graduação em Mediação de Conflitos com especialização em Mediação Familiar, começa em Lisboa no dia 24 de Março, conta com um painel de formadores de excelência e habilita ao exercício da profissão, já que é reconhecido pelo Ministério da Justiça.
Mais alguém a cumprir sonhos por aí?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Ao meu namorado...

Pau Storch Photography

Nestes tempos turbulentos, dizer-te que tenho saudades tuas, embora estejamos juntos todos os dias. Dizer-te que o tempo a sós contigo me faz falta, e que por mais que tentemos namorar à revelia das quatro crianças que temos em casa, sabe-me sempre a pouco.
Ainda assim, já me preocupei mais com isso e já tive mais medo que isso abalasse irreversivelmente esta coisa bonita que temos, chamada "nós". Agora que o tempo vai passando e que me procuras e me sentes a falta com a mesma urgência de antes, descanso finalmente. Porque sei que grave seria, deixarmos de sentir saudades do que já foi. E mais grave ainda, seria perdermos os planos de futuro e esta visão maravilhosa que é envelhecermos, devagarinho-muito-devagarinho, juntos.

[amo-te]

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Eles andam aí!


Treino ao espelho, as mil maneiras possíveis de disfarçar os "brancos" que começam a crescer por entre os fios vermelhos de cabelo, como erva daninha.
Assusto-me com a rapidez com que surgem e com o aspecto desleixado que transmitem aos outros, ao mesmo tempo que me orgulho da maneira como se revelam, a reluzir sem nenhum pudor. Gritam que estão aqui para ficar, e que se lhes der espaço, proliferarão à velocidade da luz. Não duvido.
Há quem me pergunte se conseguirei levar esta "empreitada" até ao fim e respondo sempre que não sei. Garanto apenas uma coisa: que está a ser uma viagem do caraças, esta de me confrontar comigo mesma sem artifícios, e de responder a quem torce o nariz que, por agora, quero assim. Uma auto-determinação que me sai a conta gotas pela vida fora e que é de aproveitar quando se instala.

[visitem a página Mulheres de Prata e saibam tudo sobre este desafio, mais um bocadinho todos os dias!]

domingo, 12 de fevereiro de 2017

8 dicas para nos mantermos à tona num fim-de-semana caseiro em família!

Juvenália de Oliveira Fotografia

O tempo está péssimo, os miúdos mais velhos têm que estudar e a logística de fazer sair 6 pessoas (quatro menores, dois deles adolescentes e um bebé), é assustadora, de modo que passámos o fim-de-semana em casa.
Fazê-lo, contudo, requer estratégias de sobrevivência bem oleadas, inteligência emocional qb e doses massivas de paciência, tolerância e surdez crónica.

Aqui ficam 8 dicas para nos mantermos à tona até segunda-feira:

1. Parar de tentar controlar tudo e descontrair (sim, eles têm que arrumar o quarto e levar as suas coisas da sala; sim, têm que ir estudar e fazer TPCs; sim, têm que vestir-se e lavar-se antes do meio-dia, mas calma. Não estamos numa maratona e a saúde mental da família agradece);

2. Ver um filme em conjunto (é uma excelente maneira de manter o ruído controlado e uma forma de estarmos todos alinhados na mesma tarefa);

3. Cozinhar em conjunto (igual à dica de cima, fora o ruído controlado; não aconselhável para quem quer sempre a cozinha imaculada);

4. Treinar a arte da invisibilidade, vulgo fingirmo-nos de mortas (vale fechar-me na casa-de-banho, esconder-me na varanda, simular um dor de cabeça súbita, trancar-me na cozinha a fazer scones, o que for preciso para se esquecerem da minha existência temporariamente);

5. Jogar Monopólio e sair a meio, de fininho;

6. Dizer claramente que precisamos de sopas e descanso (os miúdos aguentam e os adolescentes, em particular, agradecem!);

7. Suportar a casa pouco arrumada, sem culpa, nem vergonha, nem comparações com as casas das amigas (ter quatro filhos e um gato é prescindir de uma casa-museu. É assumir que nunca teremos um lar imaculadamente arrumado e limpo e é aprender a viver com isso sem enlouquecer);

8. Ir ao supermercado como último recurso e ficar a vaguear entre as prateleiras de detergentes e peixe congelado (em situações limite, esta é uma estratégia espectacular. Ninguém questiona a necessidade de irmos às compras para a casa [nem nós mesmas!], e temos margem para ficarmos por lá algum tempo).

Boa sorte!

sábado, 11 de fevereiro de 2017

"Marta, os teus filhos comem o que tu comes?" [a resposta]


Uma das partes boas da minha mudança alimentar tem sido assistir, aos poucos, a algumas mudanças na alimentação dos miúdos.
Este foi o pequeno-almoço do meu filho Vasco (feito por ele): torradas barradas com alho e azeite e polvilhadas com oregãos, a substituir as clássicas torradas com manteiga, o Chocapic e as Estrelitas* que, a propósito, já não entram nesta casa desde o Verão (sim, aqui sou completamente absoluta!).
Para quem me tem perguntado se os meus filhos têm aderido bem a estes novos hábitos alimentares, dizer-lhes que temos avanços e recuos. E que muitas vezes dou por mim a fazer dois acompanhamentos diferentes para o peixe e para a carne. Não os obrigo a comer arroz integral, nem batata doce assada, por exemplo, mas é certo que o facto de já ser normal ver estes e outros alimentos na mesa, torna o gosto por experimentar coisas novas, um jogo giro de jogar. E a verdade é que já os vejo a provar coisas que, noutros tempos, nunca provariam.
Com o Vicente, o caso já muda de figura, porque a introdução aos sólidos tem sido já com base nesta nova forma de ver a alimentação e a saúde.Não serei nunca fundamentalista, mas quero que aprenda a experimentar sabores e texturas novos desde cedo, porque a cultura alimentar também se treina desde pequenino.
Se têm filhos adolescentes para quem a salada de alface e tomate é a máxima "concessão" que fazem à "alimentação saudável", não desistam! É um desafio que vale a pena abraçar (devagarinho...).

*Deixei de ter em casa:
- Cereais de pequeno-almoço com açúcares adicionados;
- Açúcar branco (só amarelo e mascavado);
- Bolachas, bolos e chocolate com percentagem inferior a 70% de cacau;
- Refrigerantes;
- Pão branco

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Lembras-te, miúda?


Lembras-te, miúda? Esta foto foi tirada na minha despedida de solteira...tinhas acabado de me pôr na cabeça estas flores e preparávamo-nos para um jantar memorável...
Hoje vou festejar contigo os teus 45 anos feitos há dois dias, e penso em tudo o que já passámos juntas...já rimos muito, já chorámos de desespero, já conquistámos muitas vitórias juntas. Vendo bem, há amizades de uma vida inteira (que não é o nossa caso, que já nos conhecemos velhas!), que não passaram por metade do que já vivemos em conjunto. Parece um tempo infinito metido em poucos anos...
[adoro-te]

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Afinal, as mulheres querem falar sobre isto!


Depois de ontem ter assumido aqui que quero finalmente acolher os meus "brancos", e depois de ter criado o grupo de facebook Mulheres de Prata, fui surpreendida por uma quantidade enorme de mulheres que quiseram aderir ao grupo, quer porque já estão grisalhas, quer porque estão a entrar no processo, a pensar nele e a ganhar coragem, quer porque simplesmente se interessam pelo tema que, convenhamos, é muito mais do que pintar ou não pintar cabelos. A verdade é que ele mexe com muitas questões ao mesmo tempo: o envelhecimento, o preconceito e a pressão social, a liberdade de escolha, o conceito de beleza no feminino, a saúde, o medo da crítica e por aí adiante.
Não acordei um dia de manhã a advogar os malefícios das tintas no cabelo. Pinto o meu há mais de vinte anos e continuo a achar que o importante é sentir-mo-nos bem na nossa pele, de cabelo vermelho, branco, roxo, às bolinhas. No meu caso e nesta fase da vida, deixou de fazer sentido manter esta rotina: tenho o cabelo muito estragado, a tinta começa a requerer uma manutenção muito regular (demasiada!), e olho para o lado e vejo mulheres lindíssimas a acolher os brancos, as rugas, o corpo que o tempo e a vida lhes tem dado, com uma atitude que faz toda a diferença! Porque acredito mesmo que é uma questão de atitude.
A curiosidade em saber como está realmente o meu cabelo debaixo das tintas é enorme, e a perspectiva de deixar de me preocupar com as raízes brancas, um oásis.
Neste processo, só advogo uma coisa: a liberdade da mulher poder escolher os cabelos brancos naturais (se lhe apetecer), sem que isso queira necessariamente dizer que se desleixou ou que desistiu de si própria. Ao contrário, tomar esta decisão significa apostar em mim e naquilo que sou com menos artifícios, e ver como me sinto com isso.
Se irei gostar do resultado? Não faço ideia. Posso adorar ou posso voltar a pintar, se me olhar ao espelho e não me sentir confortável. Está tudo em aberto como, aliás, tudo na vida.

Se quiseres partilhar a tua história como "mulher de prata", se estás a pensar no assunto e precisas de um empurrão, ou se simplesmente queres saber mais sobre este "movimento prateado", junta-te ao grupo AQUI. Também podes seguir as Mulheres de Prata no Pinterest e inspirar-te com mulheres reais que decidiram acolher os "brancos". Tem sido uma estratégia maravilhosa para me motivar!

Amo-te, mas isso já tu sabes de cor...

Juvenália de Oliveira Fotografia

Já escrevi muito sobre ti, mas acho que nunca escrevi isto: que a tua existência juntou mais ainda, e para sempre, os manos ao teu papá. Deste-lhes a todos, de bandeja, os laços de sangue que nunca teriam se não chegasses. És o nosso milagre.

[amo-te, mas isso já tu sabes de cor...]

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Mulheres de prata


Tomei a decisão de assumir os meus cabelos brancos. Digo-o assim, de rajada, porque fica mais fácil.
Tenho falado sobre este assunto com algumas (poucas) pessoas e quase todas tentam dissuadir-me: ficarei mais envelhecida, a fase de transição é lixada, vou arrepender-me...talvez tenham razão. Talvez fique mais velha, ficarei com certeza com um ar desleixado enquanto não tenho a cabeça toda coberta de brancos e, possivelmente, arrepender-me-ei. A boa notícia é que é só cabelo e o cabelo cresce, corta-se e pinta-se, se houver lugar a arrependimentos. Fala quem teve psoríase a infância toda e quem  foi obrigada a rapar a cabeça aos 7 anos, depois de um acidente de viação. Fala quem conhece de cor os olhares críticos dos outros e quem sabe que a beleza e a fealdade são tão efémeras como subjectivas.

Perguntas antecipadas:
Se estou mesmo "branca"? Estou, desde os 20 e poucos.
Se não tenho medo do resultado? Muito, principalmente da fase de transição.
Se não me preocupa o que as pessoas vão pensar quando me virem com uma risca branca no alto da cabeça? Sim, mentiria se dissesse que não. Assusta-me o ar de desleixo.
Se vou escolher o processo natural de transição (deixar simplesmente os cabelos brancos crescerem), ou se vou tentar aproximar o tom? Ainda não sei. Não me apetece sujeitar o cabelo a mais químicos, mas não sei se terei coragem de deixar a coisa fluir.
Se o meu marido gosta da ideia de ter uma mulher de cabelos brancos? Adora.
Se os meus filhos gostam da ideia? Gostam.
Se cortei o cabelo já a pensar nisto? Sim, para ser mais fácil.
Se tenho um plano B? Tenho...voltar a pintar.
Se o meu cabeleireiro concorda? Não.
Se tenho pesquisado sobre o assunto? Obsessivamente, todas as noites.
Se há muita informação disponível? Imensa! Um admirável mundo novo.
Se acho que vou mudar de ideias a meio do processo? Talvez. Não sou absoluta em nada.

Queres juntar-te a mim nesta aventura? Queres simplesmente saber mais sobre este tema? Precisas de inspiração?
Adere ao grupo de facebook Mulheres de Prata!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Coisas que, às vezes, as mães perdem...

Juvenália de Oliveira Fotografia

Ontem o Vicente gatinhou pela primeira vez e eu não estive lá. Sei, por experiência, que no barulho ensurdecedor que é o crescimento dos nossos filhos, estas pequenas-grandes-conquistas vão perdendo significado. E também sei que aquilo que agora parece uma enorme perda, se esboroa no tempo, que é sábio. Mas ainda assim, o meu bebé gatinhou pela primeira vez e eu não estava lá. E fico sempre a achar que há qualquer coisa neste sistema em que vivemos, que precisa ser reparada.

PS: eu não estava, mas estava a avó Ju, que me manda dúzias de fotos e de vídeos para tornar tudo mais fácil

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Os vossos filhos querem mesmo sair de casa? [ou sou só eu que sou péssima educadora?]




Ver fotografias de outras mães a passear as suas crias ao fim-de-semana, todas com um ar alegre, despreocupado e bem-disposto é sempre um mistério. Digo isto, porque primeiro que consiga arrancar a minha prole de casa é um pesadelo digno de Elm Street, tortura que começa no exacto instante em que informo que vamos passear a qualquer lado. O descontentamento é sempre geral, porque estar em casa agarrados aos écrans a jogar a qualquer coisa ou no chat, é para a minha malta pré-adolescente e adolescente, mil vezes melhor que apanhar ar, ver gente de carne e osso e falar sem ser por detrás de caracteres. A juntar ao "entusiasmo" com que a minha filharada recebe a notícia do arejamento, há um bebé ainda meio constipado numa logística difícil para preparar, e dois adultos exaustos, o que faz da "simples" tarefa de sair de casa, uma missão praticamente impossível (a parte boa é que, depois de saírem, vêm sempre entusiasmados, o que me leva a crer que vale a pena o esforço titânico!).
De modo que quando vejo mães e filhos fora de casa com cara alegre, sinto que sou a mãe mais incompetente do planeta Terra e arredores, e só tenho vontade de enfiar a cabeça na areia e hibernar. Como se isso fosse possível...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Estás com desejos de doces?



Ando numa fase maldita em que preciso desesperadamente de doces, e para não me desgraçar, recorro aos meus livros de sempre, e entretenho-me ao serão a fazer algumas receitas doces, mas sem açúcares adicionados, para me ir satisfazendo durante o dia, sem culpa nem consequências de maior para a saúde.
No outro dia fiz estes brownies de cacau cru da Ella Woodward que são de comer e chorar por mais...

Ingredientes:
140g de nozes pecãs (substituí por amêndoas)
400g de tâmaras Medjool descaroçadas (encontro-as no Celeiro ou no Brio)
3 colheres de sopa de cacau cru em pó
2 colheres de sopa de xarope de ácer (comprei no Brio, sem açúcar adicionado)

Preparação:
Colocar as amêndoas num processador de alimentos e bater até ficarem quase numa pasta. Adicionar as tâmaras, o cacau e o xarope de ácer e bater novamente.
Quando a mistura estiver pegajosa, colocá-la num tabuleiro e levar ao congelador durante uma hora. Depois, é cortar os brownies no tamanho pretendido e reservá-los no frigorífico.

Bom apetite!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Tu e o teu capacete da selva

Juvenália de Oliveira Fotografia
Falta pouco menos de um mês para te ver, definitivamente, sem capacete. 
Para tua memória futura, ficarão somente as fotografias bonitas da avó Ju, porque tudo o resto (as dúvidas, a angústia, o medo que tivemos), terão desaparecido para sempre.

[obrigada, mãe]