quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mediação de Conflitos com Crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo [de pequenino se torce o pepino]


Os conflitos são inevitáveis e é utópico pensarmos que conseguimos passar pela vida a evitá-los. Não conseguimos. Temo-los no trabalho, na família, entre amigos, no trânsito, em qualquer contexto, e geri-los é uma aprendizagem que quanto mais cedo começar, melhor.
Foi a pensar na importância de dotar as nossas crianças de competências para lidar com os conflitos, que a Red Apple - Formação Contínua e Estudos Superiores está a organizar o curso "Mediação de Conflitos com Crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo", dirigido a Educadores, Professores, Pais e todos os que acreditam que é de pequenino que se torce o pepino.
A formação irá decorrer nos dias 18 de Fevereiro, 18 de Março e 22 de Abril e basta clicar AQUI para todos os detalhes!

sábado, 14 de janeiro de 2017

O teu sorriso é meu!

Juvenália de Oliveira Fotografia
De mim, herdaste pouco mais que o sorriso, mas contento-me com isso. Rir com prazer e gargalhar sem medo que não nos levem a sério, é uma aprendizagem, mas juro que vale a pena o esforço. A vida não tem que ser cinzenta e rir com gosto não é sinal de tolice, mas de inteligência emocional.
Sorrir espanta muitos males, é o "remédio" de muitas enfermidades, faz muitas "pontes" e quebra muitas barreiras. E se esta é a herança que te deixo, meu amor, dou-me por feliz.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Diário de bordo

Pau Storch Photography
Aos poucos, o sol vai entrando pelas frestas do meu corpo e da minha alma. O que me preocupava não desapareceu, mas aprendo a lidar com a ansiedade e com a angústia sem me afogar nelas, ou os meus dias tornar-se-iam insuportáveis. Ajuda o facto de ter uma vida agitada... releio esta última frase e rio-me, porque a palavra "agitada" é doce demais para a realidade que venho vivendo; às vezes tenho a sensação de que não tenho tempo para respirar no sentido literal do termo, mas é inevitável e não me queixo. 
A parte boa, é que as coisas mundanas do meu dia-a-dia contribuem para esquecer as outras, e é mesmo verdade que ter a cabeça ocupada com banalidades ajuda a relativizar as preocupações mais sérias. E estar programada para ser feliz faz o resto.

[bom dia!]

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Os avós e a vida para além dos netos...

Juvenália de Oliveira Fotografia
Deixar o Vicente com a minha mãe desde que comecei a trabalhar, tem sido um privilégio. Saio descansada e vou acompanhando o seu dia com as muitas fotos e vídeos que a avó vai partilhando, e que me ajudam a tolerar melhor as ausências.
Esta ajuda não tem preço para mim, mas sei que tem um preço alto para a minha mãe, já que ficar com o neto o dia quase todo, implica prescindir de coisas que adora, como pegar na máquina fotográfica e zarpar sem destino e sem horas, como já fez tantas vezes. Por isso, agradecer-lhe esta entrega nunca será demais. É que os avós também têm vida própria e quantos de nós, embrenhados nas nossas rotinas agitadas e com o nosso umbigo como centro do universo, nos vamos esquecendo disto?...

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Diarreia verbal [não dá para mais!]



São dez e meia da noite a acabo de aterrar no sofá. Trabalhei o dia todo depois de dar de mamar durante a noite, voei para uma reunião de encarregados de educação ao final da tarde, cheguei a casa morta de saudades e de culpa, fiz as perguntas de controle do costume (TPCs feitos? Estudo cumprido? Dia bem passado?...), garanti que as mochilas ficaram despachadas, a roupa de amanhã escolhida e o despertador ligado (tudo cumprido pelos miúdos, mas com a minha vigilância apertada), distribuí beijos e abraços vezes quatro (às vezes, matemática difícil!), deitei a princesa da casa, adormeci o bebé (hoje foi o dia da sua ainda curta existência em que lhe cheguei mais tarde, custa-me horrores!), tentei dar atenção ao meu marido (ainda que de passagem), jantei no entretanto a refeição que me fez (abençoado!), parei um minuto com uma ligeira palpitação no peito. 
A verdade é que me sinto exausta, física e emocionalmente. A vida corre rapidamente e o pensamento foge-me, muitas vezes, para as preocupações que me apavoram nos últimos tempos. Pesadelos  e fantasmas que me esforço por neutralizar mais um bocadinho, todos os dias, mas que ainda cá estão.

A propósito do post aqui de baixo, alguém me perguntava como ganhei coragem para dar o salto e mudar de vida. E alguém enaltecia a mulher forte que sou. A coragem ganha-se com a certeza de que chegámos ao fim da linha. Quanto à minha força, dizer-vos que o medo de tudo e de todos é o meu nome do meio. A diferença, é que ele já não me paralisa. Para o melhor e para o pior.

[obrigada por estarem aí desse lado]

Tenho saudades tuas, meu amor!


Entre as oito e as nove e meia da manhã é o nosso momento. É a hora em que o resto da família sai de casa e só ficamos nós, num compasso de espera doce até que a avó Ju chegue.
Acordas sempre a rir e é a rir que me vês ir embora, à porta do elevador, embora o meu coração fique sempre minúsculo e dorido, porque a verdade é que quero ficar. Agora já sei que o tempo passa depressa demais e que estes momentos nossos não se repetem.
Tenho saudades tuas e dos nossos dias longos, sozinhos. Tenho saudades de chegar ao fim da tarde cansada de ti e pronta para te "empurrar" para o papá e ter, finalmente, dois braços disponíveis para as minhas frivolidades. 
Tenho saudades tuas, meu amor. Saudades da nossa bolha segura, onde quase mais nada importa. E continuo a perguntar-me o que de tão importante tenho para fazer longe de ti o dia todo e que maldade é esta que nos fazem, de nos obrigarem a estarmos afastados um do outro tantas horas seguidas.
Tenho saudades tuas, meu amor. E não sei se passarão tão depressa...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Não há almoços grátis [e então?]


Ninguém disse que o nosso caminho juntos iria ser fácil. Ambos temos longas histórias antes deste mundo chamado "nós", e ainda há pesos que carregamos aos ombros como cruzes, a lembrar que apesar do caminho já percorrido e de toda a cautela com que ultrapassamos cada obstáculo, todos os recomeços têm um preço.
Às vezes pergunto-me de quanto tempo preciso mais, para me ver liberta do estigma de ter decidido dar um novo rumo à minha vida. Em pleno século XXI, decidir coisas no feminino ainda é um salto de fé do caraças! Quando são as mulheres "a virar a mesa", ainda há familiares que viram as costas, amigos que desaparecem para sempre, ex-companheiros que não se resignam, um mundo de preconceitos tão antigo como a história da Humanidade.
À minha volta nascem como cogumelos, histórias de mulheres que, como eu, decidiram partir para outra, e nenhuma é simples. Aquela a quem o pai deixou de falar, a outra a quem o marido deixado persegue e chantageia, e outras mulheres (tantas!), que com medo disto tudo se vão deixando ficar no marasmo e na tristeza. Porque talvez o marasmo e a tristeza tenham, apesar de tudo, um preço mais baixo que a liberdade de escolha e o direito de tentar voltar a ser feliz. Não as condeno, porque isto dá um trabalho dos diabos e às vezes, dói demasiado.
Grande parte da minha história tem sido feliz e é essa que gosto de partilhar aqui. Mas também é preciso falar dos obstáculos, das dificuldades, dos preconceitos e dos juízos de valor que ainda recaem sobre as mulheres que decidem acabar um casamento. 

Nestes últimos dias, por razões que não importa aqui explicar, fiz uma descoberta reveladora, quase uma epifania: o primeiro passo para nos libertarmos do estigma dos outros que nos persegue, é livrarmo-nos do peso da culpa que nos invade, e recusarmo-nos a ser as eternas vilãs de um enredo que, raramente, tem só um culpado.
Já cumpri a minha pena, já me auto flagelei o suficiente e já não devo nada a ninguém. As minhas contas estão saldadas. É tempo de perder o medo. Finalmente.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Talento para ser feliz

Juvenália de Oliveira Fotografia

Tenho andado com aquela sensação de que o chão me foge debaixo dos pés e que o mundo todo continua a girar enquanto eu cristalizei no desespero. Reconhecem isto?
Se tivesse tendência para a tristeza e para a desesperança, ficaria aí, nesse buraco negro onde é relativamente fácil permanecer. Um sítio tenebroso de onde só vemos coisas más: o lado sombrio de toda a gente, as injustiças desta vida de que somos sempre vítimas, um poço sem fundo que nos engole e quase nos mata. Juro que às vezes apetece ficar nesse spot merdoso a destilar veneno, a chorar copiosamente e a maldizer este mundo e o outro. Mas a Vida, os meus pais, Deus, fizeram-me de outra matéria, para o melhor e para o pior, de modo que não me aguento muito tempo nas trevas. Tenho este padrão de me afundar durante uns dias e de carpir mágoas (e vos garanto que tenho razões fortes para o fazer!), mas depois há um dia em que me levanto e decido que já chega. Que há sol a entrar-me pelas frestas da janela e há café quente na cafeteira e a galáxia não parou com o meu desespero. É também nestas alturas que olho mais para fora do meu umbigo e que constato que não sou a "rainha das vítimas". Parte do meu mundo pode ter ruído um bocadinho, mas há mães que perdem filhos para sempre, há famílias que não têm literalmente o que comer, há crianças neste momento a morrerem às mãos de guerras incompreensíveis, há gente a deixar tudo para trás para salvar a pele, há famílias que se separam em fugas desesperadas, há muitas merdas que ultrapassam esta minha realidade angustiante mas, ainda assim, superável. E esta gente sobrevive, ainda que feita em cacos por muito tempo. Que direito tenho eu de me abandonar e de sucumbir ao desespero?
A verdade é que não tenho talento para deprimir, nem para ser invadida para sempre por um "corpo de dor". Gosto de acreditar que tenho jeito para ser feliz, para rir às gargalhadas, para teimar em ver o lado solar de quase tudo e de quase toda a gente, para tirar um sentido do sofrimento e para aprender mais sobre mim com tudo o que de menos bom me acontece. 
De modo que ser feliz é um talento, mais do que uma circunstância real. É uma escolha, mais do que uma sorte. É uma decisão, mais do que um acaso.
Assim seja.

Desafio: comer bem numa rotina nova!

Com o meu regresso ao trabalho e às novas rotinas, continuar a comer bem tem sido um desafio. Tenho menos tempo para os pequenos-almoços, raramente consigo fazer pequenas refeições de duas em duas horas e, convenhamos, as opções da maioria dos restaurantes não são as ideais. Ou por outra, não é difícil escolher um peixe ou uma carne com legumes, mas é dificílimo resistir à tentação dos molhos, das gorduras e dos açúcares. E esta sim, é a verdadeira prova de fogo: fazer escolhas saudáveis no meio do caos.
Apesar de tudo, não me tenho portado mal. Aderi à moda da marmita e tento planear os meus almoços e snacks de véspera. Coisas simples: ovos cozidos, batata doce assada, frutos secos, fruta fresca...
Quando não consigo fazer nada disto, contento-me com uma omelete, peixe ou carne com salada e/ou legumes num sítio qualquer, e fecho a coisa com dois quadrados de chocolate negro que trago de casa. Um mimo extra que faz milagres por mim nos dias que correm e que me desvia da tentação da sobremesa.
Os pequenos-almoços também têm sido um desafio, porque sou mais uma a ter que me despachar para sair de casa a horas. Ainda assim, vamos tentando manter a rota (como foi o caso de ontem, com esta omelete de claras e espargos), e quando é mesmo impossível inventar muito, optamos por uma fatia de pão (sem ser de farinha de trigo), com uma geleia sem açúcar, uma peça de fruta e café de cafeteira. Adoooro!!
O truque continua a ser o planeamento, e a chave a nossa cabeça focada na maioria do tempo. Naquele que sobra, é fazer o que apetece sem culpa. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Tempos difíceis

Juvenália de Oliveira Fotografia

Em tempos difíceis, acalmam-me as coisas simples. Um abraço dos meus filhos mais velhos e um "adoro-te" quando tenho sorte. O meu livro na mesa-de-cabeceira, com uma história lá dentro que nada nem ninguém pode mudar. O sorriso rasgado do meu bebé sempre que lhe chego. O serão no sofá, agarrada ao meu homem. Um SMS reconfortante de uma amiga. Um chá quente ao deitar. O vento frio a bater-me na cara. A minha mãe a dizer-me que está tudo bem.
Em tempos difíceis, são só as pessoas que importam. As que nos olham nos olhos e nos garantem que tudo irá passar. As que fazem o pino e o salto encarpado por nós. As que nos colam os cacos sempre que quebramos. As que nos seguram firme e nos dão colo quando desesperamos.
Em tempos difíceis, a amizade cura e o Amor salva. Dois lados da mesma moeda.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Quero acreditar...




Quero acreditar que tudo acontece por uma razão. Que aprendemos sempre com todas as dores e com todas as batalhas. Quero acreditar que nada é por acaso e que saímos pessoas melhores das situações difíceis, mais tolerantes, menos egocêntricas, mais ricas de emoções. Quero acreditar que serei sempre igual a mim própria, de bem com a vida, uma eterna crédula de que o melhor está sempre por vir. Quero acreditar que nunca nada me "partirá" por dentro, que o Bem vinga sempre sobre todo o Mal e que há medos que não precisamos enfrentar em nome de nenhum crescimento pessoal nem de nenhum karma. Quero acreditar que a Vida sabe o que faz e que nunca me deixará na mão. E que há sofrimentos que não preciso conhecer na pele para lhes dar valor. Quero acreditar que sou caminhante da Luz e nunca das trevas e que a sombra nunca ganhará espaço em mim. Quero acreditar que não é justo ser testada até aos meus limites, porque tenho feito o trabalho de casa. Quero acreditar que andei para a frente e nunca para trás e que a Vida continuará a saber reconhecer a diferença e a premiar a coragem. Quero acreditar que tenho direito ao meu futuro como o escrevi, a pulso. E que ninguém, nunca, mo roubará.

E se, porventura, a Vida me pedir a maior das provas, quero acreditar que serei capaz de fazer o que tem de ser feito.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

sábado, 31 de dezembro de 2016

Em 2016...



...suspendi a "vida real" durante dez meses. Fui mãe pela quarta vez. Contei parte da minha história em público. Assinei o contrato da minha vida. Senti-me a morrer e nasci de novo. Fui capa de jornal. Corri 15km no Douro com o rei na barriga. Escondi uma tatuagem durante meio ano. Inscrevi-me numa Pós-Graduação. Apareci com o meu bebé na televisão. Reaprendi a cozinhar e a comer e mudei de vida. Descobri a palavra "plagiocefalia". Abri um canal no YouTube. Vi os meus filhos saírem para o casamento do pai. Fui para a praia às oito da noite. Dei de mamar na cidade, na praia e no campo. Fiz uma caminhada pela Paz. Fui turista na minha terra. Adormeci ao som de tempestades tropicais sem sair de casa. Assisti à multiplicação do Amor. Fiz duas sessões fotográficas com o melhor fotógrafo do [meu] mundo. Tive provas de amizade de uma vida. Chorei de alegria e de profunda tristeza. Senti o chão a fugir-me debaixo dos pés. Esperei pelo meu homem numa ultramaratona no meio da serra. Fui loura platinada por uns minutos. Embarquei no melhor projecto do mundo, entre amigas. Pintei o cabelo de vermelho. Morri e ressuscitei no mesmo dia.

[Feliz Ano Novo!]

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O Amor


Hoje cheguei ao trabalho pela primeira vez em muitos meses, e tinha este post-it colado no meu computador. O meu homem deixara-o à minha espera, antes de entrar de férias do Natal. 
Mais palavras para quê? Estão aqui as únicas que importam: as escritas e as que não se vêem. Porventura, as mais importantes de todas.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Prova dos nove!

Passo o serão de hoje a planear o meu almoço e snacks de amanhã, no trabalho: 
ovo cozido
sandes de pão de espelta e centeio integral com omelete de claras, espinafres e cebolinho
Cajus e nozes
Maçã e pêra

[esta é a prova dos nove: voltar às rotinas de antes, mas com hábitos alimentares completamente diferentes!]



Amanhã...

Juvenália de Oliveira Fotografia
Para começo de conversa, sou uma privilegiada. Passei o último trimestre da gravidez em casa, para descansar e a evitar riscos desnecessários, e usufruí do meu bebé nos seus primeiros sete meses de vida. 
Amanhã é dia de voltar à vida real e recomeçar tudo, que o tempo de pousio já passou. E se ontem só tinha vontade de chorar e de me enfiar debaixo dos lençóis para esquecer, hoje acordei renovada, a achar que a vida é isto mesmo, uma sequência de etapas irrepetíveis e, por isso mesmo, únicas e preciosas.

Esta semana, o papá fica de serviço e a mamã com o coração fora do peito. Nada a que já não esteja habituada...

domingo, 25 de dezembro de 2016

O meu Natal...



Este ano, o Natal não me apanhou. Talvez seja porque ando exausta há exactamente sete meses. Ou porque as nossas decorações natalícias só foram colocadas às quatro da tarde do dia 24. Ou porque não consegui fazer nenhum programa com os meus filhos mais velhos, que o Vicente esteve com febre nos últimos dias. Ou porque não fomos ver as Luzes a Lisboa, nem passeei de mão dada com o meu homem pelo Chiado engalanado. Ou talvez, porque recomeço a trabalhar no dia 27, e digo adeus a esta "bolha" em que tenho andado há muitos meses. Ou ainda, porque hoje acabámos o nosso almoço de Natal nas urgências, depois do Vicente vomitar de jacto três vezes seguidas.
Este ano, o Natal não me apanhou, mas se é verdade que ele é quando o Homem quiser, tenho mil oportunidades para redimir isto.

[o meu bebé faz hoje 7 meses❤️]

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Querem saber o que o meu homem acha de ser "pai de quatro"?

Filipe Gil e João Coelho, blogue Like a Man
Quem visita o Dolce Far Niente há algum tempo, sabe o quanto gosto de falar sobre a sorte que os meus três filhos mais velhos têm em ter um "pai do coração" a sério, daqueles que leva e traz da escola, que ajuda nos TPCs, que prepara as refeições, que se preocupa a valer e que ralha, porque também faz parte.
Hoje é a vez dele. Deste "pai de quatro" falar sobre o que acha da aventura que é ter acolhido esta família gigante e meio louca, e de ser pai biológico há pouco mais de seis meses. Leiam tudo numa "conversa de homens", no blogue Like a Man.

[já li e reli a entrevista e continua a escorrer-me baba, mas isso sou eu, que sou parva :)]

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Onde fica o romantismo quando nasce um bebé?


Poderia ter tentado disfarçar a máquina de lavar roupa e a pilha de papéis lá atrás, mas não me apeteceu.
Concentrem-se no primeiro plano: uma tentativa de compor uma cena romântica para o meu homem, antes dos meus filhos mais velhos chegarem do jantar com o pai, e enquanto o Rui tenta adormecer o Vicente, que grita desalmadamente, alheado que está à nossa necessidade imperiosa de estarmos juntos e sozinhos.
Agora já dorme, mas foi depois de alguma luta e de pôr o pai de nervos em franja e a pedir-me que fosse lá, porque estava muito cansado. A "cena romântica" correu depois disso, mas já sem grande romantismo, porque estamos os dois exaustos, acabados de chegar de uma ronda de compras de Natal com um bebé a tiracolo, de modo que foi engolir o petisco, brindar a nós para cumprir o ritual e vir para o sofá, ainda a aproveitar o silêncio antes dos putos voltarem.
Manter o romantismo com um bebé e três filhos na idade do armário em casa, às vezes, é uma merda. Mas não desistimos nunca, porque sabemos que o esforço vale a pena. E que ao final da noite, quando a casa dorme, finalmente, e nos enroscamos um no outro debaixo dos lençóis em absoluto silêncio, esse momento continua a ser o melhor do nosso dia.

Science4You [a minha salvação de última hora!]






Se forem como eu, vão hoje comprar presentes à pressa. Poderia dizer-vos que é da família cada vez mais numerosa que tenho, e do nosso dia-a-dia atarefado, mas sempre fui assim: deixar para a última aquilo que já poderia ter feito há várias semanas, com tempo e calma.
Mas não me atrapalho, porque tenho na cabeça o que quero comprar, e porque as imensas opções da Science4You ajudam-me nesta tarefa hercúlea de fazer compras à última da hora, já que arranjo sempre soluções giras, divertidas e pedagógicas, adequadas às idades dos meus filhos todos!
Os brinquedos que vos mostro são alguns dos que eles já têm e que têm sido sucesso garantido. Os deste ano ainda são um segredo bem guardado, porque eles espreitam o blogue à procura de pistas... :)

[para saberem as novidades da Science4You, cliquem AQUI e resolvam o vosso problema bem e depressa!]

PS: amanhã darei mais uma dica!