domingo, 25 de março de 2012

Love Store

Não é por acaso que passo a vida a "postar" pequenos-almoços neste Dolce Far Niente.
Na verdade, trata-se da minha refeição do dia preferida, e aquela para a qual gostaria de ter sempre mais tempo.
Tempo para me sentar a desfrutar do momento. Tempo para preparar a variedade de coisas que me apetece comer todas as manhãs. Tempo para saborear cada sumo de fruta, cada pedaço de bolo, cada colherada de iogurte de frutos e cereais e cada gole de café quente.
Enfim, tempo para flirtar com o meu pequeno-almoço {e para flirtar ao pequeno-almoço, com o meu homem, sempre que possível}.
Esta minha fixação com os pequenos-almoços já vem de longe. Do tempo em que via as novelas da Rede Globo com a minha mãe, e que me deliciava com os pequenos-almoços das famílias mais abastadas da trama.
E quando viajo, o pequeno-almoço do Hotel é imperdível, e faz parte do meu roteiro turístico, como qualquer outro ponto de interesse do lugar.

Este preâmbulo para vos dizer que ontem, decidi experimentar o brunch da Love Store, inspirada pela foto de uma Time Out que havia guardado sobre o tema.
E não me arrependi.
Porque quem gosta de pequenos-almoços, gosta do conceito de agregar a primeira refeição do dia ao almoço, e transformá-la num prazer só. 
E foi o que aconteceu.
Para além do espaço acolhedor e bem decorado, pude quase ter um orgasmo gastronómico com o brunch que me foi servido e do qual constava {espero que já estejam de barriguinha cheia, para não padecerem do pecado da inveja}:
- Minipães quentes de sementes de sésamo e de papoila, e de azeitonas;
- Manteiga, compota, fiambre, queijo e nozes com mel;
- Sumo de abacaxi e manjericão;
- Cappuccino {ma-ra-vi-lho-so!!!};
- Iogurte com frutas e cereais {de tudo, a minha preferência, culpa dos cereais torrados e caramelizados que lá moravam};
- Bolo de laranja.
O meu homem tinha panquecas de comer e chorar por mais, e um chá de baunilha sem precedentes.

Para quem ficou com água na boca {ou apenas com uma ligeira curiosidade}, visite o espaço situado no Restelo (R. Duarte Pacheco, 7).
E regale-se.
Porque a vida é feita destes pequenos, doces momentos.

E já agora, não tenho comissão, embora pareça.
Tenho gula. Só.
E prazer pelas coisas boas da vida.



MM

1 comentário:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.